quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Orelhões da Oi vão oferecer internet sem fio
POSTADO POR Paulo Floro , ÀS 19:27 EM 26/07/2011
A empresa de telefonia Oi divulgou um projeto para oferecer internet banda larga sem fio através dos orelhões espalhados pelo País. O serviço pode ser gratuito, segundo a operadora. O projeto piloto está sendo desenvolvido no Rio de Janeiro e não há previsão para implementação em outras cidades, segundo comunicado da assessoria de imprensa.
Se houver patrocínio para novos aparelhos, o serviço poderá ser gratuito. Uma parceria da operadora com a Populus Propaganda viabilizaria publicidade nas cabines, o que iria remunerar as novas instalações. Outra possibilidade seria vender cartões de acesso, como acontece com as ligações telefônicas.
O projeto vai viabilizar acesso à internet para pedestres com celulares inteligentes ou notebooks nas proximidades do orelhão. A velocidade seria de 2 Mpbs. Segundo a Oi, a operadora mantém 824 mil orelhões em todo o Brasil.
By, Filipe Jason
http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2011/07/26/orelhoes-da-oi-vao-oferecer-internet-sem-fio/
A empresa de telefonia Oi divulgou um projeto para oferecer internet banda larga sem fio através dos orelhões espalhados pelo País. O serviço pode ser gratuito, segundo a operadora. O projeto piloto está sendo desenvolvido no Rio de Janeiro e não há previsão para implementação em outras cidades, segundo comunicado da assessoria de imprensa.Os orelhões já possuem infra-estrutura para oferecer acesso à internet. Fios elétricos desses aparelhos estão conectados a uma central telefônica. A Oi informou que com a popularização do celular, os orelhões ficaram ociosos.
A empresa chegou a instalar protótipos de orelhões com rede sem fio no Rio de Janeiro, mas eles foram retirados.Se houver patrocínio para novos aparelhos, o serviço poderá ser gratuito. Uma parceria da operadora com a Populus Propaganda viabilizaria publicidade nas cabines, o que iria remunerar as novas instalações. Outra possibilidade seria vender cartões de acesso, como acontece com as ligações telefônicas.
O projeto vai viabilizar acesso à internet para pedestres com celulares inteligentes ou notebooks nas proximidades do orelhão. A velocidade seria de 2 Mpbs. Segundo a Oi, a operadora mantém 824 mil orelhões em todo o Brasil.
By, Filipe Jason
http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2011/07/26/orelhoes-da-oi-vao-oferecer-internet-sem-fio/
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Política e políticos: ainda têm jeito?
A classe política brasileira só aceitará imposição da sociedade no dia em que a população aprender a votar no partido e não no candidato.
Entenda, nos últimos anos tem sido jogado na nossa cara todo tipo de falcatrua, provocada por aqueles que deveriam representar o povo.
Diferente de anteriormente, agora o crime é cometido diante dos olhos de todos sem nenhum senso de vergonha, deixando a sensação de impunidade. Isso acontece em parte pelo fato de cada um de nós sempre procurarmos fugir da responsabilidade que compete a cada um.
Quando alguém ligado a alguma administração publica, principalmente político, é suspeita de cometer algum crime, está, como se diz na esfera publica, lesando o Estado. Este fato por si só já deveria ser suficiente para considerar tal pessoa incapaz de continuar seguindo sua obrigação no cargo, até que tudo fosse apurado. Diante desse quadro o que se esperaria é que, a pessoa suspeita de ser responsável pelo crime, fosse afastada e impedida de continuar exercendo sua função. Como em muitos casos, nada acontece, ou pouco acontece, fica sempre a idéia de impunição.Então a pergunta é: o que fazer diante de fatos assim?
Nós como povo brasileiro a muito aceitamos de bom grado que tudo é o que é e que nada adianta fazer como esforço para mudar, para corrigir esses abusos. Em países ditos mais civilizados só a suspeita seria o suficiente para a população ir para as ruas e quebrar tudo e todos demonstrando indignação pelo o corrido, mas nós não. Não que violência resolva alguma coisa, nem sempre, mas ao mesmo tempo, demonstra que nós, aqui nos arredores do país mais emergente da atualidade, já não acreditamos em lutar por algo para mudar. Pior, quando alguém sai às ruas para brigar contra aumentos abusivos nas tarifas de ônibus, no atraso de salário, ou na paz já tão distante, o resto de nós, que não participamos dessas lutas, gritamos e reclamamos contra uma das poucas ferramentas que ainda temos para brigar por nossos direitos.
Essas condições escrevem nossa “cara”. A cara de um povo que aprendeu a aceitar tudo de goela abaixo sem pestanejar, como se fossemos destinados a entrarmos na Historia Humana como os coitadinhos que precisam de um salvador para nos socorrer (sem nenhuma conotação a causas religiosas) e que não conseguem dar conta de nossa própria responsabilidade que a vida nos confiou.
Soluções? Há, sempre há. Se já não acreditamos em ir às ruas e lutar, brigar pelos nossos direitos, afinal direitos são direitos e terminam quando começam os dos outros, então temos que encontrar outro jeito.
Um fato que passa despercebido, e que a tal classe política torce para que não lembremos que existe, é que podemos e devemos aprender a cobrar dos partidos do qual fazem parte os políticos.
Um modo mais explicito é aprendermos a votar. Ainda não sabemos. É, podem até dizer o contrário, mas cada um de nós ainda não sabe votar. Se soubéssemos derrubaríamos o tal candidato que subiu no palanque nos encheu de contos e nada fez.
Basta dar credito a certo candidato que eu, você ou qualquer outro achar que merece ocupar o cargo que ele diz estar pronto. Ok. Se temos que votar um, votemos.
Mas se ele nada fizer, podemos deixar de votar no partido dele ou dos que ele ocupar, na próxima eleição. Em tempo: se o partido não exigir que ele cumpra o que nos prometeu, então deixamos de votar em massa no partido dele. Com isso o partido deixaria de colocar novos candidatos nos próximos governos e deixaria eles loucos, porque tanto quanto o candidato é muito de muito interesse do partido continuar e aumentar o numero de candidatos nas eleições seguintes.
Basta que se o candidato faz um bom governo, continuamos apoiando ele e o partido, se não faz, ignoramos ele e seu partido e votamos maciçamente em outros, esvaziando aquela turma que se achar impune.
Assim, pelo menos o partido iria manter uma pressãozinha sobre seu escolhido e obrigar ele a lembrar sempre do prometido nas eleições.
Aqui digo uma coisa: pode não resolver muita coisa, mas que faria muita gente pensar duas vezes antes de aprontar falcatruas nos roubando, ah isso faria.Editado por Mauro Pena, 30 de Setembro de 2011
Sedentarismo
Aqui estão alguns dos benefícios propiciados pela atividade física:
- Redução do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares;
- Redução do risco de desenvolver a obesidade, diabetes mellitus, hipertensão arterial e dislipidemias;
- Redução do estresse;
- Aumento da Massa Muscular;
- Aumento da Força e flexibilidade do corpo;
- Sono com mais qualidade;
- Maior desempenho sexual.
Cuidados: antes, durante e depois
Não adianta começar um programa de exercícios se você ao invés de exercitar apropriadamente, castiga seu corpo porque não toma os devidos cuidados. Veja a seguir, uma lista fácil e prática de cuidados para manter sua saúde antes, durante e depois dos exercícios.
Não adianta começar um programa de exercícios se você ao invés de exercitar apropriadamente, castiga seu corpo porque não toma os devidos cuidados. Veja a seguir, uma lista fácil e prática de cuidados para manter sua saúde antes, durante e depois dos exercícios.
- Beba bastante água, no mínimo 2 litros por dia. Quando for se exercitar, leve uma garrafinha de água.
- Durma 8 horas por dia. Esse é o tempo necessário para você recuperar as energias gastas durante o dia e manter a saúde.
- Opte por alimentos leves antes e depois dos exercícios, como verduras e legumes e carnes magras. Não esqueça de comer frutas, e se puder, coma 2 frutas diferentes por dia.
- Alongue a musculatura, antes e depois da atividade física. É um hábito saudável e inteligente: previne lesões, câimbras e outras complicações comuns em quem não pratica exercícios com regularidade. O ideal é alongar por 8 minutos, sempre respeitando os limites do seu corpo. Uma boa dica é comer alimentos que possuam potássio (como a banana), pois previnem a fadiga muscular. Lembre-se: alongar não é sentir dor.
Nossas vidas depois da Internet
A internet que nos favorece também é aquela que nos aprisiona. Se por um lado o avanço tecnológico trouxe uma melhoria na qualidade de vida, por outro lado gerou vício e dependência desenfreada para a vida moderna.
Com a internet temos acesso aos jornais do mundo inteiro, conversamos com pessoas geograficamente distantes, temos controle do conteúdo informativo que nossos filhos observam. Seria impossível pensar nessas situações anos atrás. A vida se tornou mais fácil: donas de casa fazem compras sem sair de casa, investidores compram ações com a rapidez de um clique e temos acesso por sites de busca a assuntos específicos em questão de segundos. Antigamente seria necessário uma tarde na biblioteca para se chegar à metade da informação que recebemos em minutos.
A vida contemporânea exige isso. Tudo é instantâneo, urgente. Desenvolvemos ferramentas que comportem o nosso estilo de vida atual. Uma dessas ferramentas, por que não dizer, a internet.
Porém, ao mesmo tempo em que enaltecemos o poder da vida online também ficamos condicionados a ela. Não passamos um dia sem checar nossos e-mails e utilizamos sistemas de conversas eletrônicas para cumprimentar colegas que sentam ao nosso lado no trabalho, por exemplo. A rapidez da internet também trouxe stress e problemas. A necessidade de novidade constante é doentia. O que é novo fica velho antes mesmo de acontecer. O ritmo de vida intenso trouxe problemas físicos e psicológicos para o ser humano, que precisa se superar a cada instante, seja na vida pessoal ou no trabalho.
É preciso analisar os prós e os contras da situação com cuidado. Aproveitar o que a internet trouxe de benefícios, mas sem perder o lado humano, o sentido existencial que permanece em nós. É importante ter um convívio social positivo e manter laços de afetividade para uma vida mais satisfatória. Não podemos restringir a vida moderna e a internet ao lado mecânico da vida.
O ideal é harmonizar condições. Saber utilizar a internet como veículo de informação, aproveitar os benefícios que ela gera e dosar com noções básicas de convivência para uma vida social mais satisfatória.
By: Faezinha
By: Faezinha
Violência
Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana, violência doméstica, violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...A violência interfere no tecido social, prejudica a qualidade das relações sociais, corrói a qualidade de vida das pessoas. Assim, os crimes estão relacionados com as contravenções e com as incivilidades. Gangues urbanas, pixações, depredação do patrimônio público, o trânsito caótico, as praças malcuidadas, sujeira em período eleitoral compõem o quadro da perda da qualidade de vida. Certamente, o tráfico de drogas, acentua esse quadro, sobretudo nas grandes e problemáticas periferias.
A questão que precisamos descobrir, é porque esses índices aumentaram tanto nos últimos anos. Onde estaria a raiz do problema?
Infelizmente, o governo tem usado ferramentas e conceitos errados na hora de entender o que é causa e a conseqüência. A violência que mata e que destrói está muito mais para sintoma social do que doença social. Não adianta super-armar a segurança pública, lhes entregando armas de guerra para repressão policial se a “doença” causadora não for identificada e combatida.
A sociedade brasileira tem que conscientizar-se que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas que não estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.
Em todo o Mundo as principais causas da violência são: o desrespeito -- a prepotência -- crises de raiva causadas por fracassos e frustrações -- crises mentais.
Exceto nos casos de loucura, a violência pode ser interpretada como uma tentativa de corrigir o que o diálogo não foi capaz de resolver. A violência funciona como um último recurso que tenta restabelecer o que é justo segundo a ótica do agressor. Em geral, a violência não tem um caráter meramente destrutivo. Portanto, sempre que houver violência é porque, alguma coisa, já estava anteriormente errada. É essa “coisa errada” a real causa que precisa ser corrigida para diminuirmos, os diversos tipos de violências.
Sabendo-se que o desrespeito é o principal causador de violência, podemos então combater a violência diminuindo os diferentes tipos de desrespeito: seja o desrespeito econômico, social, conjugal, familiar e o desrespeito entre as pessoas (a “má educação”). Em termos pessoais, a melhor maneira de prevenir a violência é agir com o máximo de respeito diante de toda e qualquer situação. Em termos governamentais, é estimular relacionamentos mais justos, menos vulgares e mais reverentes na nossa sociedade. O governo precisa diminuir as explorações econômicas (as grandes diferenças de renda) e podar o excesso de “liberdades” principalmente na TV e no sistema educativo do país. A vulgaridade, praticada nos últimos anos vem destruindo valores morais e tornando as pessoas irresponsáveis, imprudentes, desrespeitadoras e inconseqüentes. Por isso, precisamos, também, restabelecer a punição infanto-juvenil tanto em casa quanto na escola. Boa educação se faz com corretos deveres e não com direitos insensatos. Precisamos educar nossos adolescentes com mais realismo e seriedade para mantê-los longe de problemas, fracassos, marginalidade e violência. Se diminuirmos os ilusórios direitos (causadores de rebeldias, prepotências e desrespeitos) e reforçarmos os deveres, o país não precisará colocar armas de guerra nas mãos da polícia para matar nossos jovens cidadãos (como tem acontecido tão freqüentemente).(Extraído do capítulo 9 do 'livro renasce Brasil')
"A justiça é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem." [Epicuro]
PSF - Programa Saúde da Família

A origem do Programa Saúde da Família ou PSF no Brasil, conhecido hoje como "Estratégia da Saúde da Família", teve início, em 1994 como um dos programas propostos pelo governo federal, operacionalizada mediante a implantação de equipes multiprofissionais em unidades básicas de saúde. Estas equipes são responsáveis pelo acompanhamento de um número definido de famílias, localizadas em uma área geográfica delimitada.
Essa estrategia, visa desenvolver ações de promoção a prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais frequentes, de forma geral a proteção à saúde do indivíduo prestando assistência integral, com qualidade e competência às necessidades da população, intervindo sobre os fatores de risco no qual a população está exposta.
Os princípios fundamentais no Brasil são: integralidade, qualidade, equidade e participação social. Mediante a adstrição de clientela, as equipes estabelecem vínculo com a população, possibilitando o compromisso e a co-responsabilidade destes profissionais com os usuários e a comunidade. Seu desafio é o de ampliar suas fronteiras de atuação visando uma maior resolubilidade da atenção, onde a Saúde da Família é compreendida como a estratégia principal para mudança, deste modelo, que deverá sempre se integrar a todo o contexto de REORGANIZAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE.
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